Violência na TV: o bom e o mau para nossas crianças
Patricia Edgar
Aqui vamos nós novamente com uma resposta simples a uma complexa questão
social. Para cada hora que uma criança de quatro anos passa em frente
à TV, independente do que elas vêem, dizem-nos que as chances de ela
se tornar agressiva crescem 9%. Isso tem que significar que toda criança
de quatro anos de idade é uma briguenta logo depois de completar seu
quarto aniversário.
A única questão que tem ocupado pesquisadores em relação às crianças
e a mídia desde a invenção da TV é: qual é o impacto da mídia, particularmente
da violência na mídia, sobre as crianças? Apesar dos muitos milhões
de dólares gastos em pesquisas, as descobertas são espúrias. Para ler
a matéria na íntegra, acesse: http://www.midiativa.tv/index.php/midiativa/content/view/full/1752/
O que é a tevê universitária
Cláudio Magalhães
Imagine uma televisão onde o conteúdo é tão importante quanto a
forma. Onde “educativo” não é sinônimo de coisa chata, mas de entretenimento
com conhecimento. Uma TV onde você veria caras novas discutindo questões
atuais de pontos de vista os mais diferentes. Onde a ciência é vista
como participante do cotidiano e não como algo exótico ou uma prática
restrita a laboratórios inóspitos e cientistas malucos. Um lugar onde
os formatos tradicionais de se fazer programas de televisão se unem
a ousadias, propostas inusitadas e linguagens experimentais, propícias
daqueles que ainda não se padronizaram por modelos confortáveis e conformistas.
Para ler na íntegra, acesse: http://www.abtu.org.br/default_visualiza_noticia.asp?codigo=177
A
História da Televisão Pública/Educativa
Alexandre Fradkin
A televisão educativa foi implantada, no Brasil, sem obedecer a um planejamento
que decorresse de uma política setorial de Governo. Algumas emissoras
tiveram como raiz de sua criação razões de ordem política, outras deveram
sua existência à tenacidade individual de idealistas, e poucas foram
as que surgiram com objetivos explicitamente definidos. A primeira emissora
educativa a entrar no ar foi a TV Universitária de Pernambuco, em 1967.
Entre 1967 e 1974, surgiram nove emissoras educativas cujas razão social
e vinculação eram as mais diversas...
Para ler mais, acesse: http://www.abtu.org.br/arquivos_historia_tv_publica.asp
Manual de Produção de Telejornalismo
para Televisão Universitária
Tatiana Chiari, Sóvero Filho - PUC-MG
Com a Lei 8977, de janeiro de 1995, nasce uma possibilidade de apropriação
da mídia televisiva. As operadoras de TV a cabo passam a ser obrigadas
a disponibilizar gratuitamente canais de acesso público. Dentre eles,
um canal para utilização das universidades. É a oportunidade de criação
de uma nova forma de diálogo entre a universidade e a sociedade. A apropriação
do canal não é fácil. Tampouco o início dos trabalhos. Surgem dessa
oportunidade diversas questões a serem solucionadas. A Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo foi pioneira na implantação de um canal universitário.
Outras experiências similares se multiplicaram pelo país. As universidades
brasileiras sempre ofereceram à sociedade, como retorno de seu investimento,
a pesquisa e a formação de profissionais. A TV Universitária cria o
espaço de diálogo direto.
Para ler mais, acesse: http://www.abtu.org.br/arquivos_pensar_producao.asp
Ética na TV
Dr. Laurindo Leal Filho
A televisão é uma das mais importantes invenções do ser humano. Entre
a metade do século 19 e a metade do 20, pesquisadores em várias partes
do mundo foram acumulando conhecimentos que resultaram nesse aparelho,
capaz de trazer imagens de qualquer parte do planeta (e até de fora
dele) para nossas casas, realizando um sonho milenar da humanidade.
O trágico é percebermos de que forma ele passou a ser utilizado. No
Brasil, tornou-se um simples empreendimento comercial, onde impera a
lógica mercantil, sobreposta a qualquer objetivo cultural.
Leia na íntegra acessando: http://www.eticanatv.org.br/pagina_agenda.php?id_agenda=2&idioma=0
O drama e as lições para a TV pública
Nelson Hoineff
Sempre que afloram tensões entre o governo britânico e a BBC surge um
prematuro vencedor: o sistema que permite a existência dessas tensões.
É nesses momentos que a expressão "televisão pública" faz sentido e
que o espectador britânico se dá conta do que representa a taxa que
paga para ter o seu televisor – que é o que derrama todos os anos 4
bilhões de dólares para a BBC montar os seus programas e exercer a sua
independência.
Leia na íntegra:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/qtv220720031.htm